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13-Abr-2007

ImageEstá mesmo tudo esclarecido ?
Afinal, José Sócrates possui dois certificados de licenciatura na Universidade Independente.
Um que atesta que concluiu a licenciatura em 08 de Agosto de 1996 e outro em que a data da conclusão é de 08 de Setembro do mesmo ano.
Mais, num tem equivalência em 24 cadeiras e noutro em 27 cadeiras...

SÓCRATES TEM DOIS CERTIFICADOS DE LICENCIATURA DIFERENTES !
José Sócrates possui dois certificados de licenciatura na Universidade Independente (UnI). Um, publicado nos jornais, diz que o primeiro-ministro acabou a licenciatura a 8 de Setembro de 1996. Esta é a data que Sócrates referiu na entrevista à RTP. O outro, que consta no ficheiro pessoal de Sócrates na Câmara Municipal da Covilhã (CMC), foi emitido em 26 de Agosto de 1996 e atesta que o chefe do Executivo acabou a licenciatura em 8 de Agosto do mesmo ano.
As diferenças entre ambos não se ficam por aqui. O certificado que se encontra na CMC atesta que o primeiro-ministro teve equivalências a 24 cadeiras e que realizou sete na UnI. São elas Inglês Técnico, Computação Numérica, Análise de estruturas, Betão Armado e pré-Esforçado, Investigação Operacional, Estruturas Operacionais e Projecto e Dissertação.
No segundo certificado, o chefe do Executivo teve equivalências a 27 cadeiras e fez cinco durante o ano lectivo na Independente. Às cadeiras de Computação Numérica e Investigação Operacional Sócrates terá tido equivalência, ao contrário do que atesta o primeiro certificado.
Em entrevista à RTP, o primeiro-ministro reiterou ter tirado apenas cinco cadeiras na Universidade Independente, no ano lectivo de 1995/1996.
TVI ON-LINE

UM EXEMPLO PARA TODOS OS PORTUGUESES, PARA OS ESTUDANTES EM PARTICULAR
«Está tudo esclarecido
. O PM frequentou as aulas na Universidade Independente, pagou as propinas, estudou, fez exames. Nessa época remota o funcionamento dessa instituição era "absolutamente impecável" (sic).
Embora se verificassem certas singularidades: notas dadas pelos professores em período de férias (Agosto), concessão de equivalências sem exibição pelo aluno dos títulos invocados, diplomas passados aos domingos, aulas ministradas pelo (magnífico, como todos eles) reitor (por falta de professores ou excesso de tempo livre do mesmo?)...
Mas a culpa não era evidentemente dos alunos. E concretamente aquele aluno fez (e bem) o seu trabalho, aliás em regime pós-laboral, sacrificando assim o seu tempo livre e o merecido descanso das labutas político-governativas: foi a (algumas) aulas (embora não tenha sido avistado por todos os colegas), estudou, fez exames, ficou aprovado em todas as 5 cadeiras (ou bancos, ou "mochos", não sei) que frequentou, sendo de salientar que 4 delas foram regidas pelo mesmo professor, o que indicia tratar-se de um mestre fora-de-série, o que naturalmente acresceria o grau de exigência em relação aos alunos, o mesmo raciocínio sendo válido para a cadeira (banco, etc.) ministrada (magnificamente) pelo próprio reitor.
Tudo isto fez o referido aluno com sacrifício e pertinácia, com o único objectivo de se valorizar.
É um exemplo para todos os portugueses. É um orgulho para todos nós. E os estudantes que ponham os olhos neste exemplo e cultivem as virtudes que dele se retiram.
E universidades assim é que se precisam. Universidades que não ponham problemas burocráticos aos alunos na inscrição e nas equivalências, que lhes arranjem planos especiais de licenciatura, que não fechem nas férias e aos domingos, que aproveitem ao máximo a sua massa cinzenta (vulgo corpo docente), evitando contratar massivamente docentes, com a consequente baixa de qualidade do ensino e aproveitando as próprias (e magníficas) capacidades dos reitores.
A ordem de fecho da Universidade Independente é um acto gritante de injustiça e um dano irreparável no nosso mundo universitário».
EDUARDO MAIA COSTA | BLOG SINE DIE

Comentarios (27)add
... : Ana Ramos : http://Beja
Notas lançadas em Agosto?
Deixar de ser aluno do ensino público e passar para o privado?
Entrar na universidade sem apresentar um documento válido que que já tinha efectuado as cadeiras que referia?
Alguem acredita nisto? O homem pensará que está a governar um pais de estupidos?


13.Abril.2007
... : Pereira
Sra.Ana Ramos:
O homem não pensa que está a governar um País de estúpidos.
O homem SABE que está a governar um País de estúpidos.
13.Abril.2007
... : d.s.

Pelos vistos o srº PM é duplo em tudo que respeita a docs

Duplo na assembleia, duplo na UNI
Como é que os demais politicos se calam ?
Porque raio se não apura responsabilidades?
Isto irá ser sempre assim?
Já não há pachorra.
o Zé Povo se faz alguma coisa de semlhante senta-se no banco dos RR e arrisca a liberdade.. bolas!!! Mau tempo... preocupante pela ausencia de ética ... assusta ...faz lembrar tempos idos e que se pensabva não regressariam jamais.

´
a
13.Abril.2007
... : Socrália
A Ana Ramos disse tudo nas suas interrogações. Simplesmente, chegou-se a um ponto onde pensar é um "lucho desnecessário" e a procura da verdade não é intencionalmente importante. Importante, é continuar a anestesiar as pessoas, para melhor controlá-las. Esta, tem sido a arma da pseudo democracia que nos domina. Estamos a colher os frutos - e vamos continuar - de politicas pedagógicas que INTENCIONALMENTE diminuem curriculos escolares, de discipinas essenciais como FILOSOFIA e HISTÓRIA, com o objectivo meticuloso de apagar "massa crítica" e "memória".
Feito isto, o "disco" fica em branco (anestesiado) e o controlo das massas é perfeito. A partir daí, tudo é possivel, desde transformar a verdade mais elementar, na maior mentira e vice versa. Esta pseudo democracia não é por mero acaso...
13.Abril.2007
... : Tony
É também muito grave a cultura de IMPUNIDADE que este Sr. Procurador da República está a permitir que se forme.

Desde que ingressou no cargo, por nomeação política e não por mérito, passou a ser um súbdito exemplar de Sua Magestade, digo, da podridão dos políticos.

Não há uma única reforma que não diga "Sim, senhor PM", mesmo quando todos diziam alto e bom som cuidado que está em causa a potilização da justiça (caso do procurador especial, caso do agora coordenador do serviço de polícias, caso dos crimes com prioridade investigativa).

Cultiva a cultura da aparência (nomeações de nomes sonantes, que falam falam ... mas cuja competência de resolução das questões é o que se vê), não gosta de blogues e não acha nada importante investigar um assunto de tão grande gravidade.

Tenho vergonha do lamaçal em que este país se está a tornar. Por muitíssimo menos foi demitido Santana Lopes. Infinitamente menos. O compadrio dos absolutistas auto-protege-os. É o corporativismo da mediocridade política.
13.Abril.2007
... : josé costa - Casal do Marco : http://clubedosabstencionistas.blogspot.com/
«Como é que os demais politicos se calam ? ».
A resposta é simples!
.
Os telhados de vidro são demasiado finos!
.
Têm neste caso, a prova de como se governa um país assente na ilegalidade que é conhecida por todos os políticos, mas que ninguém quer discutir, porque isso significa a reformulação de todo o estado e sistema político!
Desde 2002 que grito bem alto a indignidade que é os portugueses viverem com base num Projecto de Constituição que não foi escolhioda por todos nós nem promulgada por nenhum Presidente da República Portuguesa!
Só Jardim aflora este assunto quando lhe convém!
13.Abril.2007
... : Astérix
País de bons costumes e melhor moral este: será que nenhum dos comentadores acima, acaso, se foram estudantes e, em especial, universitários, nunca recorreram a uma «cabulazita» num qualquer exame?Pois claro, uma «cabulazita», também, que mal tinha, mesmo que o companheiro do lado não fosse dado, por mais honesto, a «copianços»?
13.Abril.2007
... : Mário Rama da Silva
Prezado Asterix
Gostei da sua análise muito incisiva.
Por ela fiquei a perceber porque é que algumas pessoas amolgam um carro estacionado e vão embora, assobiando alegremente, sem deixar qualquer identificação.
Afinal haverá algum automobilista que, uma vez ou outra, não tenha estacionado o carro no passeio - o que é uma infracção grave?
13.Abril.2007
... : realista
O povo tem o PM que merece!! Muita conversa e pouca parra! E quase nada de actividade profissional ao longo de 49 anos de vida!

Tenho por certo que muitos dos que hoje atacam o "dr. engenheiro" e MODELO DE ALUNO numa UNIVERSIDADE MODELO votaram no PS!

Nada a fazer senão "gozar" e chorar com isto, pois sabemos que daqui a 1 mês já tudo foi esquecido por ELES (os media poderosos e lucrativos, o GOL, o PS maçon, o TC maçon, a PGR ineficaz, os deputados-funcionários).

Mas uma coisa é certa: a Constituição não impede que uma pessoa sem profissão, com títulos falsos, com estudos em escolas super-prestigiadas, ou um boy do PS seja PM! E isso é Democracia! É RIGOR!! É QUALIFICAÇÃO. É lutar contra privilégios!!!

13.Abril.2007
... : Iris
Já estivemos mais longe do American Dream...qualquer um pode "lá"chegar

Se uma coisa assim chega a PM , o que se seguirá?
13.Abril.2007
... : penetra
smilies/grin.gifDe facto chega-se à triste conclusão que qualquer um pode chegar ao segundo cargo mais importante do Estado,de facto a CRP não impede que pelo, simples facto de uma pessoa possuir menos habilitações literárias não possa concorrer ao, cargo de 1º ministro e ao cargo de presidente da república.
Então pergunto eu meus senhores se, um simples certificado de habilitações não têm importância nenhuma para quê submeter os funcionários públicos a exames de avaliação, e ir dispensando os menos capazes...será que um funcionário público que não terminou a licenciatura p.ex.em engenharia não seria um dos primeiros a ir para a rua.
smilies/smiley.gif
13.Abril.2007
... : josé costa - Casal do Marco : http://clubedosabstencionistas.blogspot.com/
?Realista?, mais realista do que isto não posso ser.
O que choca nesta história não é o PM ter ou não títulos, pois no mundo e na política mundial, existem presidentes que foram taxistas, engraxadores ou operários!
O que OFENDE é a mentira e a fraude continuada e sem CONSEQUÊNCIAS políticas e criminais, retirando á justiça qualquer credibilidade de continuar a aplicar sentenças e a actuar com base no exemplo da aplicação da moral pública!
Em países DEMOCRÁTICOS, esta acção é suficiente para fazer cair um governo,que a partir daqui passa a ser motivo da chacota pública!
Bem como a justiça não actuante!

13.Abril.2007
... : dina
Sabem que mais, quem governa sempre se governa, e ao que se fala por aí, melhor seria rever todos os licenciados, notas, e..., classificações, pois muito metanol iria aprecer, este é o nosso país, coitados, façam barulho, pois tudo ficará sempre na mesma, é o nosso destino trágico, e épico
13.Abril.2007
... : Beirão
Mas porquê "engenharia" se o que ele queria era mesmo "politicaria".
Fechem quanto antes a Independente não vão por aí descobrir-se outras situações bem piores.
Convidado para professor!!! Com tanta sabedoria é desta que o país entra nos eixos...
Por enquanto ainda não estou convencido, nem esclarecido....
13.Abril.2007
... : realista
josé costa
concordo consigo, era isso que estava a tentar dizer por palavras de engenharia linguistica...
14.Abril.2007
... : Juiz Ajuizado
Fui sempre contra os chamados "linchamentos públicos" e nesta questão, em minha modesta opinião, tem ocorido muita precipitação.
O homem pessoa deve ser distinto da pessoa política. O que aqui está em causa é a dignidade de alguém, que talvez não tenha culpa do "facilitismo" que estruturalmente se foi firmando na nossa sociedade. É claro que como político "a pessoa" tem responsabilidades acrescidas, mas estamos a falar de um tempo que há muito passou, culpabilizando "a pessoa-homem" pelo destino que o afirmou como político.
Sou crítico de algumas atitudes políticas que o Sr. Primeiro Ministro tem tomado, designadamente para a área da justiça, tendo muitas dúvidas sobre os critérios que as justificaram, mas isso nunca será motivo para deixar de respeitar alguém que talvez tenha a razão que a "razão" de agora teima rejeitar.

14.Abril.2007
... : realista
Juiz ajuizado:
Trata-se apenas (!) de ver INDICIOS CLAROS de que o PM mentiu antes e hoje sobre as suas qualificações como "recursi humano". Grave!!
A trapalhada é muita! Não pode passar impune! Nunca gostei de Santana Lopes, mas se isto fosse com ele, seria "linchado".
VER:
Independente:UnI vai investigar certificados de Sócrates e admite existência de falsificações
14 de Abril, 23:18

Lisboa, 14 Abr (Lusa) - A Reitoria da Universidade Independente anunciou hoje que vai apurar responsabilidades quanto à existência de vários certificados de habilitações de José Sócrates passados pela instituição, considerando que a existirem documentos díspares "alguns poderão ser forjados".

"Em prol da verdade e transparência, afirma-se que a haver documentos díspares, alguns poderão ser forjados e por isso vamos apurar responsabilidades", indicou a reitoria em comunicado.

A nota do gabinete de imprensa da Universidade Independente surge um dia depois de o jornal Público ter divulgado no seu site um certificado de habilitações de Sócrates, datado de Agosto de 1996, que inclui um número telefónico da universidade que só poderia ser posterior a 1999, aquando da mudança nacional dos números levada a cabo pela ANACOM.

De acordo com o jornal Público, este certificado de habilitações foi enviado à Câmara da Covilhã e teve por objectivo a reclassificação de José Sócrates enquanto funcionário do quadro daquela autarquia.

O certificado enviado à Câmara da Covilhã tem um cabeçalho da UnI, é assinado por Luís Arouca, na qualidade de Reitor, e atesta que Sócrates concluiu a Licenciatura de Engenharia Civil a 08 de Agosto de 1996.

No espaço "Reservado aos Serviços" aparece a data de 28 de Agosto de 1996 e no rodapé do papel timbrado surgem os dados relativos à Universidade Independente, entre eles a morada Avenida Marechal Gomes da Costa, o código postal 1800-255 Lisboa e os números de telefone 351 21 836 19 00 e de Fax 351 21 836 19 22.

Estes números de telefone são, no entanto, incongruentes com a data do certificado já que só poderiam existir depois de 31 de Outubro de 1999, como indica a Autoridade Nacional de Comunicações no seu site.

Os números telefónicos de Lisboa apenas passaram a ter o formato de nove dígitos e o prefixo 21 com a adopção do Novo Plano Nacional de Numeração (PNN), introduzido às 00:00 de 31 de Outubro de 1999, mais de três anos depois da data que consta na folha do certificado de habilitações enviado à Câmara da Covilhã.

Também o código postal que consta no papel timbrado da UnI tem sete dígitos, uma nova numeração apenas introduzida pelos CTT em 1998, como também indica o site dos CTT.

Contactado hoje pela Agência Lusa, fonte do gabinete do primeiro-ministro disse que o certificado foi solicitado por José Sócrates em 2000 e enviado à Câmara da Covilhã no mesmo ano, remetendo para a UnI explicações sobre o facto de existir uma data de 1996 num documento passado em 2000.

Também o presidente da Câmara da Covilhã, que já o era em 2000, Carlos Pinto (PSD), confirmou à agência Lusa que a Câmara recebeu um certificado de habilitações de José Sócrates em Setembro de 2000.

No entanto, afirmou Carlos Pinto "o certificado tinha um erro, tinha menos um algarismo no ano", ou seja, em vez de ter "08/08/96" tinha como data de conclusão de curso "08/08/9".

Uma vez detectado o erro, declarou Carlos Pinto, "a Câmara pediu a José Sócrates, através de um ofício, que enviasse novo certificado com os números todos".

Segundo o autarca, "no espaço de dias [e ainda em Setembro] a Câmara recebeu outro certificado", já completo - com data de conclusão do curso de 08/08/96 - mas num papel timbrado com os dados de morada, código postal e números de telefone actualizados da UnI.

Carlos Pinto considera que se está perante "um falso problema".

"Se houve erro foi da universidade", uma vez que "o comportamento de José Sócrates para com a Câmara foi irrepreensível", sublinhou.

O documento enviado à câmara da Covilhã ficou envolvido em polémica uma vez que apresenta notas discrepantes com o certificado de habilitações que o próprio primeiro-ministro revelou numa entrevista quarta-feira à RTP e Antena1, que foi emitido em Junho de 2003 e indica que a data de conclusão do curso é 08 de Setembro de 1996.

NVI.

Lusa/Fim

14.Abril.2007
... : LG
Nesta «caçada» ao «carácter» da pessoa de José Sócrates, que não à sua política governativa enquanto primeiro-ministro, não deixa de ser curioso observar a lusitana «matilha» que o persegue: tudo gente que, jamais, em tempo algum, conforme, certamente, poderão jurar pela saúde das respectivas mãezinhas, meteu uma «cunhazita», deixou de declarar ao fisco a totalidade dos rendimentos auferidos ou o real preço da casa comprada, pirateou da net música ou filmes, copiou em exames na faculdade ou fotocopiou livros, comprou roupa de «marca» em feiras e mercados, deu um toque num carro de terceiro no parque de estacionamento dum supermercado e se pôs a milhas, encontrou uma carteira no chão, ficou com o dinheiro que continha e atirou-a, depois, para um contentor de lixo ou deu, sequer, uma «facadazinha» no casamento. Ou se tem feito tudo isto, pequenas e inocentes «gracinhas», como será bom de ver, que não porão em causa o carácter de quem as pratica. Tudo, pois, «meninos de coro»!
14.Abril.2007
... : josé costa - Casal do Marco : http://clubedosabstencionistas.blogspot.com/
Caro LG. Ninguém é perfeito!
.
Eu não sou perfeito e possivelmente cometi também alguns ?crimes? daqueles que aponta no seu comentário.
.
Porém existem algumas diferenças entre o meu carácter e o de José Sócrates!
.
Sobre carácter cito Nietzsche em ?Humano, Demasiado Humano?.
.
«O Apogeu do cobarde».
.
«Havia num partido um homem, que era demasiado medroso e cobarde para, alguma vez, contradizer os seus camaradas: empregavam-no para todos os serviços, exigiam tudo dele, porque ele tinha mais medo da má opinião dos seus camaradas que da morte; era um lamentável espírito fraco. Eles reconheceram isso e fizeram dele, em virtude das circunstâncias mencionadas, um herói e, por fim, até um mártir. Embora o cobarde, interiormente, dissesse sempre não, com os lábios pronunciava sempre sim, mesmo já no cadafalso, ao morrer pelas ideias do seu partido».
.
Sócrates, tal como já demonstrou enquanto ministro do ambiente disse não naquilo que agora diz sim!
Sócrates e o PS disseram ?A? no programa de governo apresentado antes das eleições legislativas, enquanto agora dizem ?B?!
Sócrates sabe o que neste país é necessário fazer em matéria de reformas na função pública (justiça incluída) e na economia, mas cedendo a interesses partidários toma medidas manifestamente insuficientes para o relançar do país na senda da ética e do aproximar Portugal dos níveis económicos da Europa a que pertencemos!
Sócrates mente descaradamente utilizando todas as armas a que pode deitar mão para conseguir os seus miseráveis objectivos e os do seu miserável partido!
E sendo fraco é pelos seus camaradas e seguidores, tal como V.EXcª, elevado á condição de herói, vitima e mártir!
Bem haja!

15.Abril.2007
... : LG
Caro José Costa
Sendo certo que o voto é secreto, mas como sempre assumi as minhas opções políticas em cada momento da minha vida, certas ou erradas, sempre lhe direi que se José Sócrates é hoje Primeiro-Ministro, não foi com o meu voto. Esperando que esclarecido, apresento cordiais cumprimentos.
15.Abril.2007
... : portolaw
(trauteando a música do Gato Fedorento)
Diz que é uma espécie de engenheiro!!!
Diz que é uma espécie de licenciado!!!
Diz que é uma espécie de país desenvolvido...
Diz que é uma espécie de democracia...
E no fim vão aparecer lápis azuis da censura!!!
16.Abril.2007
... : Julio Roque
Há que manter as coisas dentro dos limites do razoável e se há comentaristas que o fazem outros excedem-se claramente, denotando uns um "ódiozinho de estimação" ao PM socialista José Sócrates; outros ainda, no caso, José Costa, um ódio a tudo e a todos, às pessoas, instituições e à própria CRP com comentários que raiam a demência e justificam a medida de internamento compulsivo, se as pessoas o levassem a sério. Aliás faz-me lembrar, nos tempos em que fui funcionário no TJ de Leiria, um individuo que todas as semanas dava entrada a um requerimento escrito em ruuso e a tinta vermelha...

17.Abril.2007
... : JF
(1)

Existem dois certificados diferentes da licenciatura do primeiro-ministro, José Sócrates, na Universidade Independente, os quais apresentam um número diferente de cadeiras ? noticiou ontem a TVI.
Além de um certificado datado de 8 de Setembro de 1996, referido por Sócrates na RTP, existe um outro, entregue na Câmara da Covilhã, para efeitos de requalificação profissional.
Daqui:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?idCanal=21&id=238337
Não há documentos originais da biografia parlamentar de Sócrates.
(...)
No Parlamento também ninguém sabe explicar quando e como foram feitas as alterações, porque "decorreram 15 anos e é impossível indagar", respondeu ao JN o gabinete da secretária-geral. Adelina Sá Carvalho diz, no entanto, que, "em regra, as correcções são feitas no original", acrescentando que "nenhum dos documentos [dos dois encontrados no Parlamentol] é um original". Não há, portanto, nenhuma explicação para o facto de, em regra, as alterações serem feitas no original de "um registo biográfico que é enviado, por cópia, aos serviços que dele carecem" - como diz a secretária-geral - e existir uma cópia no Arquivo Histórico sem as correcções e outra corrigida na Divisão de Apoio ao Plenário. O gabinete do primeiro- -ministro voltou a garantir ao JN que "foi feita uma clarificação do registo inicial", salientando que em nenhuma das cópias existentes é referido "pelo deputado ter, àquela data, uma licenciatura em Engenharia Civil". O gabinete de Sócrates garante igualmente que as correcções foram feitas "naquela altura", ficando na dúvida apenas quanto ao dia, por já terem passado 15 anos.Sem o original, existem apenas duas cópias que dizem coisas diferentes.
Daqui:
http://jn.sapo.pt/2007/04/13/primeiro_plano/pgr_admite_investigar_percurso_acade.html
Se o senhor Pinto de Sousa necessitar de mais uma dúzia, todos diferentes, VozSurda poderá ajudar, só é necessário um scanner e uma impressora para fazer a história do modo que o senhor queira...

O Parlamento disponibilizou aos jornalistas duas versões da ficha biográfica de José Sócrates, com a mesma data. São ambas preenchidas e assinadas pelo punho do primeiro-ministro. Pela sobreposição das duas cópias percebe-se que são versões da mesma ficha, com diferenças nos items «profissão» e «habilitações literárias».
No dia 13 de Fevereiro de 1992, o então deputado José Sócrates entregou no Parlamento um registo biográfico em que coloca «engenheiro» como profissão. No espaço destinado a habilitações preenche «engenharia civil». Estes são dados que constam da ficha biográfica que o agora primeiro-ministro entregou na AR quatro anos antes de ter concluído a licenciatura.
Mas com data do mesmo dia, a AR disponiblizou aos jornalistas uma cópia em que a profissão passou a «engenheiro técnico» e no espaço destinado às habilitações passou a haver «bach.» antes de engenharia civil.
As duas fichas são em tudo semelhantes, quer no tipo de letra, quer nas informações prestadas. Sobrepondo os dois documentos à transparência, as letras coincidem perfeitamente. Conclui-se, pois, que uma é uma cópia do original e que a segunda é o mesmo documento, corrigido.
Questionado pelo SOL sobre por que razão o Parlamento tem dois registos biográficos do mesmo deputado, com a mesma data, o gabinete da secretária-geral responde que não tem «a 15 anos de distância, explicação para este facto, não pretendendo sobre este assunto desenvolver quaisquer especulações».
As únicas diferenças entre os papéis são os referidos acrescentos de «técnico» e «bach.». A letra com que o documento é preenchido é idêntica à da assinatura de Sócrates, provando que foi escrito pelo próprio.
Há ainda uma outra diferença: numa das fichas (a primeira) está escrito, em cima, secretário de Estado adjunto do ministro do Ambiente, cargo que Sócrates só ocuparia em 1995.
Em nenhuma versão da ficha Sócrates diz ser licenciado.
Recorde-se que no livro com os registos biográficos dos deputados da VI legislatura (1991-1995), feito pelos serviços da AR, Sócrates aparece como sendo licenciado em engenharia.
Ontem, o gabinete do primeiro-ministro respondeu que este era alheio a esse facto, e que tal só se poderia explicar por um lapso dos serviços da Assembleia.
Daqui:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=29169
Não existem indícios de falsificação de documentos da Assembleia da República?
17.Abril.2007
... : JF
(2)
Sócrates nega ter nomeado professor para cargo político
O primeiro-ministro negou ter recomendado o nome de António José Morais, que foi seu professor na Universidade Independente, para cargos de nomeação política no seu Governo e no de António Guterres.Na entrevista à RTP1 e à Antena 1, o primeiro-ministro garantiu tertido sempre «uma relação de aluno-professor» com António José Morais, que ministrou quatro das cinco cadeiras que José Sócrates frequentou na UnI.«Depois de terminada a licenciatura não tive com ele uma relação próxima», disse o chefe do Governo, reconhecendo no entanto tratar-se de um elemento do Partido Socialista.Questionado sobre se teria tido influência na escolha do professor para cargos de nomeação política, tanto no governo de António Guterres, como no actual executivo, José Sócrates rejeitou o que considerou «uma insinuação maldosa».«Nunca recomendei a nomeação do professor, nem ao meu colega Armando Vara [enquanto secretário de Estado da Administração Interna do governo de António Guterres], nem ao ministro da Justiça [Alberto Costa]. É uma insinuaçãomaldosa que eu rejeito em absoluto», afirmou.O primeiro-ministro admitiu ter assinado o despacho de nomeação de António José Morais, como o faz com os de todos os directores-gerais, mas apenas por proposta do ministro.
Daqui:
http://tsf.sapo.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF179405

«É falso», respondeu, dizendo que, quando abandonou o ISEL, enviou um requerimento ao reitor da UNI, Luís Arouca, a pedir equivalências, tendo obtido resposta a 12 de Setembro de 1995, «quando era deputado da oposição» e não membro do primeiro Governo de Guterres.
Na entrevista, o primeiro-ministro foi confrontado com o facto de o ISEL só ter passado o seu certificado de habilitações um ano depois do prazo, a 08 de Julho de 1996, quando já se encontrava a frequentar a UnI.
Daqui:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=29246

O certificado do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, incluído no dossier de José Sócrates na Universidade Independente (UnI), que atesta as cadeiras até à altura concluídas pelo primeiro-ministro naquele estabelecimento de ensino, foi passado quase um ano depois de terminar o prazo fixado por lei para a instrução do processo de transferência para a UnI.
(...)
A lei esclarece que ?serão liminarmente indeferidos os pedidos dos estudantes que, reunindo as condições necessárias à candidatura?, ?sejam realizados fora dos prazos? ou não sejam ?acompanhados da documentação necessária à completa instrução do processo?.
(...)
o presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, João Redondo, confirma que para a concretização de um processo de equivalência é necessário apresentar um certificado de habilitações, acompanhado de um documento que defina o conteúdo das disciplinas já concretizadas. ?Não vejo como é que se pode definir um plano de estudos e equivalências sem verificar qual o histórico escolar do estudante?, diz João Redondo.
Daqui:
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1290903&idCanal=21

"eu assinei e nem sequer me lembro de o ter nomeado"
(???)
Claro que "não existem indícios"...
«Lapso» na data da licenciatura, diz gabinete de Sócrates
O gabinete do primeiro-ministro classifica de «lapso» o facto da biografia oficial de José Sócrates incluir já em 1993 a licenciatura em Engenharia Civil, que só veio a obter três anos mais tarde.
Um «lapso». É desta forma que o gabinete do primeiro-ministro comenta o facto da biografia oficial de José Sócrates incluir já em 1993 a licenciatura em Engenharia Civil, que só veio a obter em 1996.A informação consta da biografia oficial da Assembleia da República, que entretanto já revelou que se limita a reproduzir as informações disponibilizadas pelos deputados.
O gabinete de José Sócrates diz ainda que o «lapso» é atribuível apenas aos serviços do grupo parlamentar ou aos serviços da Assembleia da República.Por seu turno, estes serviços parlamentares de apoio lembram que se limitam a transcrever os dados que são preenchidos pelos deputados num impresso que existe para esse efeito. O facto é que, em 1993, estávamos a meio da sexta legislatura, Sócrates foi eleito deputado, pela primeira vez, na quinta e os dados relativos a 1990 mencionam o bacharelato em Engenharia
Civil pelo Instituto Superior de Coimbra.
(...)

17.Abril.2007
... : JF
(3)
Entretanto, o Procurador-Geral da República já disse que não existe, até ao momento, indícios criminais que possam justificar qualquer investigação aos diplomas emitidos pela Universidade Independente, tanto em relação a José Sócrates como de qualquer outro aluno da instituição. Daqui
http://www.tsf.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF179365


A Universidade Independente (UnI) denunciou, esta terça-feira, a existência de «interesses» que querem encerrar a instituição de forma a «calar a verdade e enterrar o passado para que nada se descubra», diz o corpo directivo, reitoral, docente e administrativo da universidade.
Daqui:
http://www.tsf.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF179372

Eleito deputado na V legislatura, entre 1987 e 1991, José Sócrates aparece na biografia oficial referente a esse período com as habilitações literárias de bacharelato em Engenharia, curso que conclui no final da década de 70 no Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC). Só que na VI legislatura, entre 1991 e 1995, a sua biografia oficial de deputado sofre, como revelou o RCP, uma alteração: o bacharelato em Engenharia no ISEC é substituído por uma licenciatura em Engenharia Civil e a profissão apontada é ?engenheiro?. Mais: no decreto do Presidente da República de nomeação do 13.º Governo Constitucional publicado em Outubro de 1995, Sócrates toma posse como secretário de Estado adjunto do Ministério do Ambiente assumindo o título de engenheiro. Sócrates diz que acabou o curso na UnI em 1996.
Daqui:

Em 1993, três anos antes de obter na Universidade Independente uma licenciatura em Engenharia Civil, já José Sócrates era apresentado na "biografia dos deputados" editado pela Assembleia da República (AR) como tendo uma "licenciatura em Engenharia Civil" (embora sem referir onde fora obtida). (...)
Um funcionário parlamentar garantiu ao DN que se o título figurava assim no dito perfil era porque o próprio Sócrates tinha remetido aos serviços parlamentares o seu registo biográfico dessa forma. É com base nas versões dos próprios deputados que a "biografia dos deputados" é elaborada pela Assembleia da República.(...)
Também ontem, o DN tentou por mail, junto da secretária-geral da AR, Adelina Sá Carvalho, obter uma cópia das tais "indicações curriculares" fornecidas por José Sócrates. Tal documento permitiria verificar se de facto o "lapso" teria sido cometido na Assembleia. A directora do Arquivo Histórico-Parlamentar da Assembleia, Leonor Borges, garantiu ao DN que os arquivos parlamentares guardam todos os formulários preenchidos pelos deputados. Desde o fim da tarde até à hora do fecho desta edição, o DN foi recebendo sucessivas garantias do gabinete da secretária-geral da AR de que seria dada uma resposta ao pedido formulado.

Gabinete do Primeiro-Ministro
Nota à comunicação social
Em relação às notícias hoje divulgadas sobre as habilitações literárias do actual Primeiro-Ministro, tal como constantes da biografia dos Deputados publicada em 1993 pelos serviços da Assembleia da República, esclarece-se o seguinte:
1. A referência, em 1993, à licenciatura em Engenharia Civil está errada e constitui um lapso ao qual o Primeiro-Ministro é completamente alheio.
2. Nas indicações curriculares fornecidas pelo então Deputado José Sócrates aos serviços da Assembleia da República, tanto na V Legislatura (1987-91) como na VI Legislatura (1991-95), foi expressamente mencionada pelo próprio a sua condição de Engenheiro Técnico e de titular do Bacharelato em Engenharia Civil.

O ministro do Ensino Superior afirma que o percurso académico do primeiro-ministro «é um caso de certa maneira exemplar» que «devia encher de regozijo» o país.

Francisco Louçã defendeu, esta terça-feira, que o primeiro-ministro deve esclarecer publicamente se favoreceu ou foi favorecido por alguma universidade privada, no âmbito da polémica em torno do currículo de José Sócrates.

"Colegas só o viam nos exames"
"Quatro colegas de curso de José Sócrates na Universidade Independente identificados pelo Expresso garantem só ter visto o primeiro-ministro nos exames das quatro cadeiras finais da Licenciatura, todos eles realizados pelo mesmo docente, António José Morais. ?Chegava dez minutos depois da hora, sentava-se no fundo da sala, isolado pelo professor. Saía sempre antes da hora marcada para terminar o exame?, disse um dos estudantes, cujo depoimento foi confirmado por outro colega.

Daqui:
Expresso de 6-4-2007, na página 11

(Transcrição do blogue Doportugalprofundo)

"(?)O principal professor de Sócrates na Independente esteve ligado à adjudicação de numerosos concursos públicos a um grupo empresarial, com origem na Covilhã, com o qual tinha relações profissionais. António Morais, que era director do Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações (GEPI) do Ministério da Administração Interna, fez diversos estudos, como consultor, para empreendimentos daquele grupo. E esteve envolvido na preparação de, pelo menos, um concurso ganho por ele na área dos resíduos sólidos. Criado por Horácio Luís Cardoso,
um empresário da Covilhã, o grupo HLC teve um crescimento explosivo na segunda metade dos anos 90, vindo a esvaziar-se desde então, com a falência de diversas empresas. Os seus investimentos centraram-se no ambiente, nomeadamente na construção de aterros sanitários, aproveitando o Programa Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos criado pelo secretário
de Estado José Sócrates em 1996.
(?)
O caderno de encargos e o programa de concurso foram elaborados por António Morais, que anos antes tinha sido professor na Covilhã ? vindo a arquitecta com quem era casado a integrar a comissão de avaliação de propostas. Na sequência de um processo conturbado que deu origem a uma investigação da PJ, iniciada já em 2000 e com desfecho ainda desconhecido, o negócio foi adjudicado em 1997 ao grupo HLC, sendo presidente da associação o socialista Jorge Pombo,
da Câmara da Covilhã. Nesse mesmo ano, a HLC lançou-se numa outra frente, concorrendo com
preços imbatíveis ao fornecimento de uma rede de comunicações à PSP. Lançado pelo GEPI, dirigido por Morais desde Março de 96, o concurso foi adjudicado ao consórcio liderado pela HLC e esteve prestes a abrir-lhe as portas ao ?negócio do século? que era o fornecimento do polémico SIRESP (sistema de comunicações de emergência comum a todas as forças de segurança).
(?)
Apostando também na construção civil através da empresa Conegil, o grupo ganhou numerosos concursos do GEPI para quartéis da GNR e da PSP, quatro dos quais estavam inacabados
em 2002, quando a empresa faliu e António Morais se demitiu das suas funções: três dias depois da homologação ministerial ( já com o PSD no Governo) dos resultados de uma auditoria que detectou numerosas irregularidades em concursos públicos do GEPI. No seu consulado no GEPI, porém, António Morais ? que em 2005 José Sócrates e Alberto Costa vieram a nomear presidente do Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça(?) "
Daqui:
Público - Sexta-feira 6 Abril 2007, página 11
Claro que não foi José Sócrates quem falsificou os próprios dados que inseriu no impresso em 1993...Foi culpa de um funcionário menos atento ou incompetente!
O pseudo-engenheiro nem sequer reparou nisso ou até gostou do título...
..."Vá dar banho ao cão!"
J.S. C. Pinto de Sousa irá também mostrar o original desse impresso (irá mesmo? Sabemos que está arquivado na Assembleia da República, só não o mostra se for inconveniente...), onde ele escreveu "bacharel" e apontará o dedo a mais um funcionário incompetente da Administração Pública...
Claro que "não existem indícios criminais" de favorecimento e compadrio, troca de favores, uso e abuso do poder... falsificação de documentos, exames com tratamento VIP, negócios, falências e concursos obscuros!
Claro que não.
17.Abril.2007
... : dOZEn
Sócrates foi aprovado com trabalho de Inglês feito em casa
Por Graça Rosendo e Felícia Cabrita, SOL

José Sócrates foi aprovado na cadeira de Inglês Técnico com um trabalho feito
numa folha A4 e enviado para o reitor da UnI, acompanhado de um cartão com o
timbre do seu gabinete de secretário de Estado. Esta é a explicação que deverá
ser dada pela nova direcção da Uni, em conferência de imprensa, quando tornar
públicos estes dois documentos, apurou o SOL. A conferência, prevista para esta
tarde, foi entretanto adiada para amanhã
17.Abril.2007
... : Michelle from the resistence
He speaks english very well, our lovelly prime!
Guuuug muuurrrning para todos!!! smilies/cheesy.gif
19.Abril.2007
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