header image
Início seta Ministério Público seta Pinto Monteiro protegido
Pinto Monteiro protegido criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
23-Out-2007

Políticos evitam polémica: Presidente da República e primeiro-ministro não querem ver aberta uma crise com o PGR. Ninguém quer abrir uma crise que conduza à demissão de Pinto Monteiro. A palavra de ordem é esvaziar a polémica.

O Presidente da República e o primeiro-ministro convergem na opção a tomar sobre a polémica aberta pela entrevista de Pinto Monteiro em que admite ter o telefone sob escuta: proteger o procurador-geral. No Palácio de Belém e em S. Bento ninguém está interessado em deixar crescer o assunto ao ponto de abrir uma crise institucional que conduza a uma demissão. Tanto de um lado como de outro a questão situa-se ao nível do que quer Cavaco Silva quer José Sócrates têm dito publicamente.
No domingo, o Presidente disse que o assunto "é de grande delicadeza" e que espera que as leis sejam cumpridas". José Sócrates disse ontem também que espera que " a lei seja cumprida" e que não vê com preocupação as palavras do procurador-geral.
As reacções cautelosas dos partidos e, em particular, a desdramatização feita pelo líder do PSD, Luís Filipe Menezes, deram um sinal pretendido tanto em Belém como em S. Bento. O CDS foi o primeiro a requerer a presença do procurador-geral no Parlamento, palco considerado ideal para que o PGR preste esclarecimentos e contribua para amortecer o espectro de uma crise.
Valorizado foi também o facto de os operadores judiciários terem tido reacções contidas. O Sindicato dos do Ministério Público optou por não comentar a entrevista a quente e António Cluny diz hoje que, apesar de algumas passagens da entrevista serem `incompreensíveis para o Ministério Público" não deve ser acrescentado "ruído ao ruído" já existente. A Associação dos Juízes quer ver a questão das escutas esclarecida mas o seu presidente, António Martins, abordou o assunto de forma contida. O mesmo fez a ASFIC, pela voz do seu presidente, Carlos Anjos. Apesar de as vozes de reprovação se multiplicarem, em privado, na verdade ninguém parece interessado em abrir uma crise que venha a prejudicar as condições de exercício do mandato, que é globalmente apreciado de uma forma positiva. Sobre as escutas tem prevalecido, ao nível político, a ideia de que há um controlo acrescido e lembram a visita feita pelos deputados da Comissão de Direitos e Liberdades à PJ, onde são feitas tecnicamente as escutas.

Sem Beliscos
O presidente do PSD, Luís Filipe Menezes, garantiu ontem que o seu partido nada fará para "beliscar" a autoridade do procurador-geral da República, enaltecendo que o PSD é o partido da tranquilidade. Menezes preferiu apontar baterias para as escutas, considerando que o assunto foi reaberto.

Audições
O CDS-PP entregou ontem no Parlamento o requerimento que formaliza o pedido de audições do procurador-geral da República e do ministro da Justiça, acrescentando ainda o presidente do Conselho Superior de Magistratura ao rol das "' num requerimento assinado por Nuno Melo

Investigar
A deputada do bloco de Esquerda Helena Pinto considerou ontem à lusa que o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, deve esclarecer no Parlamento se pretende mandar investigar o alegado "exagero" na utilização de escutas telefónicas que referiu em entrevista ao ‘Sol’.

Escutas
O novo regime de escutas levou os directores dos DIAP de Coimbra e Lisboa a elaborarem um catálogo de boas práticas, de carácter indicativo, para a execução de intercepções de telecomunicações

1 - Fundamentar os pedidos
Os pedidos de intercepção de escutas devem ser fundamentados em questões de direito e de facto. Este meio de prova só deve ser requerido quando for o único possível para chegar à verdade.

2 – Alvos permitidos
A intercepção telefónica só pode ser pedida em fase de inquérito e tendo como alvo um suspeito, arguido, intermediário ou uma vítima de crime, mediante o seu consentimento.

3 - Autorização judicial
  A escuta tem de ser autorizada por despacho fundamentado do juiz de instrução, a pedido do Ministério Público, quando estiverem em causa crimes puníveis com mais de três anos de prisão.

4 - Relatório quinzenal
O órgão de polícia criminal tem de dar conhecimento, assim que a escuta se iniciar, ao MP e ao juiz de instrução. E, de 15 em 15 dias, elaborar um relatório sobre o conteúdo das conversações.

5 - Separar elementos
Depois de receber os elementos, o MP tem 48 horas para transmitir os mesmos ao juiz, explicando quais os elementos que devem ser logo destruídos e os que são relevantes para o caso.

6 - Escutas relevantes
Os magistrados entendem que as conversas consideradas relevantes pelo juiz para aplicação de medida de coacção também podem ser utilizadas posteriormente pelo MP na acusação.

7 – Requerer transcrições
Finda a fase de inquérito, e até que termine o prazo para requerer a abertura de instrução, os arguidos e assistentes também poderão requerer transcrições das escutas que considerem relevantes.

PGR e Ministro no parlamento

O PS admitiu ontem, ao final do dia, ouvir no Parlamento o procurador-geral da República sobre as polémicas declarações que proferiu sobre escutas telefónicas em entrevista ao semanário ‘Sol’.
"Se a Procuradoria e o Procurador-Geral entenderem que há esclarecimentos a prestar e que a Assembleia da República é o local adequado, o PS está disponível para isso", declarou o porta-voz do PS, Vitalino Canas, já depois de a procuradoria ter feito saber que Pinto Monteiro está disponível para ser ouvido no Parlamento. Também o próprio ministro da Justiça, Alberto Costa, se disponibilizou para prestar os esclarecimentos que lhe forem pedidos pelos deputados sobre as declarações do PGR. Recorde-se que Pinto Monteiro afirmou desconfiar que está sob escuta.

António Cluny reage pela primeira vez a Pinto Monteiro, numa entrevista ao Correio da Manhã.
"Afirmações são incompreensíveis"

Correio da Manhã - Leu a entrevista do PGR?
António Cluny - Li. Atentamente.

CM - Que comentário faz?
A.C. - Nós não devemos comentar a entrevista do senhor juiz-conselheiro Pinto Monteiro. Em primeiro lugar, acho que o senhor juiz-conselheiro Pinto Monteiro quando fala, sabe o que está a dizer e diz o que quer. No entanto, algumas das afirmações que ele faz são, neste momento, um pouco incompreensíveis e, portanto, como nós não queremos acrescentar ruído ao ruído já existente, aguardamos que elas possam ser desenvolvidas e, se assim for necessário, então dizermos alguma coisa. Neste momento é difícil comentar algo, nem a nossa função é de comentadores, cujo significado real não conseguimos alcançar.

CM - Mas não acha que o PGR deve esclarecer a afirmação "o MP é um poder feudal"?
A.C. - Sinceramente, eu não percebo o alcance dessas declarações. E como não compreendo, tudo o que dissesse seria meramente especulativo. Nós não estamos interessados em desestabilizar a vida interna do MP, nem a credibilidade do MP... que tem vindo a ser alcançada e, em parte, também se deve à actuação do senhor juiz-conselheiro Pinto Monteiro. Entendemos que não é o momento oportuno para fazermos comentários.

CM - Surgiram rumores sobre a possibilidade de os magistrados exigirem a demissão do procurador-geral.
A.C. - Não sei quem fez essas afirmações, não vieram de nenhum membro dos corpos directivos do sindicato.

CM - O PGR completou um ano de mandato e o dr. Cluny já disse que há hoje uma maior identidade de pontos de vista...
A.C. - Há, há muitos aspectos em que realmente, entre o conselheiro Pinto Monteiro e o Sindicato, há uma grande identidade.

CORREIO DA MANHÃ | 23.10.2007 

Comentarios (19)add
... : Water
Ora, o Sr. Inspector chefe da PJ, de Albufeira foi "convidado" a sair, por dizer aquilo que todos pensavam, mas que ninguém tinha coragem de dizer. O "Balão" foi enchendo, como a tutela não dizia uma palavra de apoio ao homem e tudo lhe era pedido e apontado. O Homem (H) falou e vejam o que lhe fizeram...
E agora o Sr. Procurador Geral, que deveria ser o exemplo faz o mesmo, mas a uma escala muito maior. E ainda supõe, que suspeita estar a ser alvo de escutas, para além de outras acusações graves do ponto de vista institucionais.
Sou um leigo, admito. Mas não haveria outra maneira, legal, para ter resposta às suas duvidas e problemas do MP.
Continuo a achar que é mais rápido uma mudança através dos meios de comunicação, do que através das vias próprias.
Vou aguardar os desenvolvimentos e depois comparar com outros casos.
Estou curioso para saber qual vai ser a posição do nosso Ministro da Justiça.
Cumprimentos.
23.Outubro.2007
... : Carlos Cunha
Caros Senhroes e Senhoras

É Algo de inademissível a presente situação. Temos por um lado um PGR que perdeu o ?estado de graça?; Por outro temos o pode político, representado por Sua Ex.a o Sr. Ministro da Justiça, que relembre-se no MAI fez coisas INCRÍVEIS.
O pior de tudo é que parece que as COMADRES se zangaram; para tal vejamos os tristes episódios recentes:
1º A ineficaz resposta da justiça em casos recentes, mediáticos e que envolvem pessoas poderosas;
2º A lamentável, recente alteração alteração do CCP e CP que, se pensarmos bem, até veio numa altura estranha, já para não falar no prazo de entrada em vigor (relembro as afirmações da Doutora Catarina Pestana antiga provedora da casa pia, que pôs muita gente da alta política e tremer).

Para concluir, que Portugal é este em que uma pessoa com as responsabilidades de um PGR ou Ministro, vem lavar roupa suja para a rua? Não sabe ele que há serviços de inteligência espalhados por este mundo global, que têm capacidade de ler, ouvir e descobrir muito coisa do ?nosso privado?? Mais uma coisa, a mim podem-me escutar à vontade e a vocês? BEM! Mas que coisa tão estranha! E se ele for suspeito em processo crime que admita escutas ou outro meio de obtenção de prova? Como descobriu que estava a ser escutado? Esquesito! Se calhar foi um passarinho que fez PIU PIU

23.Outubro.2007
... : Anónimo nominado
Caro Water:

Já devia saber que não há Ministro da Justiça em Portugal, neste momento...
23.Outubro.2007
... : descoroçoado
Anda por aí muita gente sedenta de protogonismo. Até pedem a demissão do PGR e imputam-lhe coisas que ele não disse e está claro que não quis dizer.Para mim ele é um homem sério, como o anterior que tb o foi embora um pouco mais ingénuo.
Escutas? Claro que as há, quem resiste a elas perante aparelhómetros que dizem ser baratos.Aliás há um sistema de escutas na órbita da CIA (ECHELLON ?) que capta tudo, é só haver interesse. Há por aí tanta gentinha que gostaria de saber um pormenor através de uma escuta ilegal para, depois, na posse do fio da meada, ir descobrir o resto para eventual escândalo.
Eu , como cidadão, estou certo que o PGR se souber ou tiver indícios de algo, mandará averiguar ou até já mandou, mas ficou em águas de bacalhau porque essa gentinha tb não é parva. Não estou, pois, alarmado, aquele Poder está em boas mãos.
Mas estou desiludido com tamanho ruído e com as pessoas nele envolvidas.Se a pgr fosse uma empresa privada, o PGR ao fim de um ano não se queixaria do feudo, mas seria entretanto atacado e bem, quando, começasse a fazer e a implementar organigramas com o sucessivo peneirar daquela estrutura, rodando e pondo na prateleira os elementos que se comportam como condes, viscondes e marquesas. O pessoal que bota opiniões se pensar melhor, saberá que o PGR não pode desatar a pôr processos disciplinares a esse tipo de "nobres" nem fazer organigramas nomeando e destituindo chefias a torto e a direito.
Essa"nobreza" tb não é parva e não pratica actos que determinem proc. discipl.s,
embora o anterior PGR tivesse tido motivos para meter na ordem um deles,- se for verdade que não cumpriu ordens de um superior hierárquico e até se permitiu, segundo os jornais, mandar para o tribunal da relação de lisboa em envelopes lacrados os documentos de um recurso da casa pia para que, ainda segundo os jornais, o procurador distrital da Relação não tomasse conhecimento : não vale a pena falar do ambiente e da mentalidade da casa ( claro que há lá muito boa gente, se não fora isso, melhor seria fechar a porta, que fique tb claro.
Isto só para dizer, que o PGR faz muito bem em ir preparando o terreno para atacar os males e para depois não virem dizer, que estão a atacar um santuário da defesa da democracia.
Se me provocarem, para a próxima direi mais.
24.Outubro.2007
... : xico
Não sei que roupa suja o PGR veio lavar para a rua...
Limitou-se a dizer o que é evidente para todos os que lêm as leis, mas não o é para o comum dos cidadãos: que o PGR controla apenas o que controla, mas não controla as polícias, nem o que fazem outros serviços menos conhecidos.
O esclarecimento até foi útil!
Depois dele, parece que todos dizem o mesmo... mas talvez, agora, com menos razões para o fazer.
Enfim, manobras de diversão!
24.Outubro.2007
... : preso preventivo
Caro anónimo nominado: boa, boa!!!!!!
24.Outubro.2007
... : Carlos Cunha
Meus senhores! Acho que ainda ninguém disse que o PGR, não é um homem sério! Aliás até sentença transitada em Julgado ninguém o é, ou estão a esquecer-se?
Mas por favor! Mesmo sem ser um DOUTOR nestas coisas (sou um mero e humilde Polícia), como é possível alguém afirmar que o MP não controla as Polícias? Por AMOR DE DEUS!
Se há algo bem controladinho, são as Polícias, tanto pelo MP, MAI, IGAI. E mais. Em termos administrativos, bem recentemente foi criado o que muitos chamam ?O SUPER POLÍCIA?.
Também não percebo bem, como ilustres Senhores que aqui tal como eu exercem a sua cidadania, em justiça podem defender este estado de coisas.
A justiça também tem de ser avaliada. Uma avaliação correcta é vertical e lateral.
O MP também deveria ser fiscalizado sim senhor tal como a PJ e as secretas.
Havia de ser lindo?

Viva a LIBERDADE e o DIREITO DE EXPRESSÃO

26.Outubro.2007
... : victorespada
Caro leitor:
Efectivamente tem razão o PJR quando diz que o comportamento do MP é correspondente a um poder feudal. Na verdade quer o MP com os seus sábios quer a PJ têm posturas que deixam muito a desejar e, por isso, não merecem a credibilidade quer dos nacionais quer dos estrangeiros.
Esta autonomia da magistratura do MP deixa muito a desejar....! Não sei para que serve senão aos próprios. Mas, enfim é o Portugal que temos mas não o que merecemos.
26.Outubro.2007
... : dibas
Alguns comentários atrás respigam ressabiamentos que agora se aproveitam para bater no MP. E nalguns é possível ver nas entrelinhas a ideia de que o MP deveria ser constituído por magistrados cordeirinhos, obedientes à sobranceria de alguns interesses externos...e que mandassem às malvas a procura da verdade. Talvez processos como da casa pia não incomodassem alguns... Pois é, pena é que os bons resultados só se vissem com o anterior Procurador. Ultimamnete só verborreia, verborreia, ataques, ofensas, e nada de resultados....É isto que interessa? Talvez à actual situação política! E a alguns seus comissários...
26.Outubro.2007
... : Becas
Eles andeeeemm aí!....
A pior coisa que aconteceu a este país foi a Inquisição. Daí por diante os atropelos em nome de várias ideologias e credos e agora dos interesses mais ou mesmo inconfessáveis enquadram-se nesta mentalidadezinha mesquinha e inquisitorial. Mais recentemente a PIDE, e agora o Big Brother que a teconologia permite que nos controle ,desde que saímos à rua e até em casa...
O que se passou com a entrada em vigor do CP e CPP é digno de um país de opereta... Nem falo do conteúdo de certas disposições...
O PGR está lá há pouco tempo e já viu o filme. Parece ser um homem sério e directo. Ninguèm grama ser escutado... Qualquer dia chateia-se e bate com a porta
26.Outubro.2007
... : grejo
Há 15 anos que o MP é, inconstitucionalmente, independente.
Já pouco podem os políticos fazer.
O que o PGR disse sobre o MP é mais do que óbvio.
26.Outubro.2007
... : Anónimo
O MP devia ser extinto.
28.Outubro.2007
... : anti penacho
É para já. Passariam a juízes! Estes é que não querem...julgam-se escolhidos pelo divino espírito santo...
28.Outubro.2007
... : anti penacho
Aliás, é tempo de pôr em causa a forma de acesso a juízes. Porque não são eleitos? Porque não se torna obrigatório o exercício de outras profissões antes de serem juízes? Assim evitar-se-ia muito penacho vazio de fundamento...e a soberania dos tribunais (NÃO DOS JUIZES, NOTE-SE) serria reforçada.
28.Outubro.2007
... : sam
ó anti penacho, a eleição não é a única forma de legitimação democrática. O próprio governo nem o primeiro-ministro ou os seus ministros são eleitos, apenas são nomeados. Se os juízes passassem a ser eleitos, daí não resultaria nenhuma mais-valia para o sistema, porque não ficava assegurado que seriam juízes os mais capazes, os mais honestos, os mais independentes, mas apenas os que tivessem capacidade para fazer render o seu peixe. Seria a busca do penacho. A soberania não sairia reforçada com qualquer mudança na forma de recrutamento, pelo contrário. Basta ver que os órgãos eleitos são aqueles que menos reconhecimento têm da população, por incrível que pareça, porque são acusados de corrupção e de busca de penachos. Como vê a sua argumentação é completamente vazia de fundamento. Já agora, porque não o MP ser eleito ? Seria lindo...
28.Outubro.2007
... : anti penacho
oh sam:
Então para que é esta guerra toda?
O que o incomoda, e a alguns juízes, a autonomia do MP?
Teme que roubem espaço de soberania feudal? de protagonismo?
Meu caro, já é tempo de a aerofagia desaparecer dos espíritos portugueses!
Deixem esse mal aos políticos...
29.Outubro.2007
... : Afonso
Porque será que os altos responsáveis pela justiça em Portugal estão preocupados com as escutas? Têm medo de ser caçados nas trafulhices que fazem nos processos judiciais?
Toda a gente sabe que há arranjos na condenação de uns e a absolvição de outros e é isso que lhes dá protagonismo.
Será que está na altura de os responsáveis verem essas habilidades?
Os responsáveis pela justiça deviam preocupar-se com situações mais graves que é a injustiça cometida nos tribunais dos quais eles mesmos fazem parte.
Eu, Cidadão que sou, não tenho medo que o meu telefone esteja sob escuta.
10.Novembro.2007
... : Roy Bean
A mim não me incomoda nada a autonomia do MP. Incomoda-me é que eles não gostem de trabalhar, que a maioria não faça népia e que ganhem tanto como os juízes.
30.Novembro.2007
Escreva o seu Comentario

Este post foi bloqueado. Impossivel adicionar comentarios.


busy
 
< Item anterior   Item seguinte >
Sondagem
Concorda que os gabinetes do MP sejam fora dos edifícios dos Tribunais ?
 
Fim da sondagem: 03.09.2008