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Aumento de encargos do Estado criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
21-Jan-2007

ImageEntre reformados do sector público e privado, funcionários do Governo central, regiões autónomas ou autarquias e beneficiários de subsídios e complementos, são perto de 4,7 milhões os portugueses que vivem (ou sobrevivem) à mercê do Estado.

«Na esmagadora maioria dos casos, os rendimentos são dados a troco de trabalho (funcionários públicos) ou depois de anos de descontos, sobretudo no caso dos reformados. Isso não impede, contudo, que perto de três em cada dez pessoas sejam aposentadas (ainda que algumas acumulem com uma profissão) e que 14% dos trabalhadores estejam fora da iniciativa privada, mais em concreto, na indústria exportadora, com a qual se conta para aumentar a riqueza nacional.

(...) A lista das pessoas que vivem a partir de dinheiro público estende-se aos beneficiários de subsídios ou complementos. O desemprego e a doença dão direito a uma prestação que resulta directamente dos descontos feitos pelos próprios trabalhadores para a Segurança Social e, em Novembro, sustentava pouco mais de 400 mil beneficiários. Este ano, deverão implicar um gasto de 2,4 mil milhões de euros.

Os dois últimos complementos que funcionam como principal fonte de rendimento são redistributivos o Rendimento Social de Inserção, que em Setembro sustentava 273 mil pessoas; e o Complemento Solidário de Idosos, que se estima ajude 18 mil idosos carenciados a ter até 300 euros de rendimento mensal».

JORNAL DE NOTÍCIAS | 21.01.2007

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